Impotência /


Disfunção erétil, popularmente conhecida como impotência sexual, é o termo médico usado para definir a dificuldade persistente e repetitiva de obter uma ereção com rigidez suficiente para a penetração e/ou mantê-la por tempo suficiente para a satisfação de ambos os parceiros na relação sexual. Este problema pode ocorrer mesmo com desejo e orgasmo (ejaculação) presentes. O termo impotência sexual ou disfunção erétil descreve a incapacidade de manter o pênis ereto para uma satisfatória relação sexual. A disfunção erétil pode ter origem em diversos fatores, sejam eles físicos, psicológicos ou relacionados com o estilo de vida da pessoa, mas também pode ser uma combinação desses fatores.

Para o indivíduo ser considerado impotente, precisa manifestar disfunção erétil permanente. Uma falha ocasional de ereção, que pode acontecer com qualquer homem não enquadra ninguém nessa categoria. Quando se fala em impotência sexual muitas vezes estamos nos referindo a certas manifestações da sexualidade masculina que nada têm a ver com a ereção, como a falta de desejo, de orgasmo ou mesmo a ejaculação precoce ou retardada. Por isso, o termo impotência sexual foi substituído por disfunção erétil quando significa a incapacidade de conseguir ereção satisfatória para o ato sexual.

As causas para disfunção erétil podem ser orgânicas, psicológicas ou mistas, sendo esta última a mais comum. A maioria dos homens, em algum momento de suas vidas, já experimentou episódios de disfunção erétil, geralmente decorrentes de cansaço, stress ou abuso de álcool. Falhas ocasionais não devem ser supervalorizadas. As principais causas da impotência abrange problemas relacionados com o estilo de vida abrange o consumo de álcool e o uso do fumo e outras dependências, sendo o fumo a principal causa da disfunção erétil. O tratamento para disfunção erétil é individualizado de acordo com a causa apresentada pelo indivíduo – se de origem psicológica ou resultante de uma disfunção orgânica.

O envelhecimento não traz consigo a perda da ereção nem da sexualidade. Entretanto, elas variam de acordo com a postura de cada indivíduo perante a vida. Um homem de 90 anos pode ter atividade sexual satisfatória com ereção e espermatozoides saudáveis para a reprodução, se estiver saudável, otimista e bem disposto. Essa capacidade, porém, estará ausente naqueles que, apesar de mais novos, estejam desanimados, preocupados, deprimidos ou doentes.

Alguns problemas como hipertensão arterial sistêmica, diabetes e aumento do colesterol são causas comuns de disfunção erétil de origem orgânica. Essas doenças levam, a longo prazo, e quando não tratadas, ao processo de "entupimento das artérias", conhecido como aterosclerose. Essa pode acometer as artérias do pênis e prejudicar a passagem de sangue necessária à ereção. Por isso tabagismo e uso excessivo de álcool podem causar disfunção erétil.

As causas de origem psicológica são aquelas não identificáveis por meio de exames. Apesar dos mecanismos fisiológicos estarem em condições normais, a ereção encontra-se prejudicada. A dificuldade de ereção, neste caso, ocorre geralmente por ansiedade em relação à atividade sexual, medo do fracasso, preocupações acerca do próprio desempenho sexual, depressão e dificuldades pessoais. Essas causas são removidas quando utilizamos Reprogramação Neurodimensional no tratamento dessas pessoas.

As causas mistas são aquelas em que existe um componente orgânico identificável que por si só não levaria a uma dificuldade de ereção, mas que associado à ansiedade, ao perfeccionismo, à preocupação excessiva ou à depressão é suficiente para provocar esse problema. Os objetivos da avaliação inicial do paciente são determinar a causa provável da disfunção erétil e identificar fatores orgânicos ou psicológicos associados que possam influenciar a conduta terapêutica.

Nós do Instituto Phisiom hipnoticamente fazemos o paciente regredir na linha do tempo percorrendo a história da sua vida para encontrar a origem das marcas comportamentais e então mudar o significado dos arquivos do problema adquirido. Para essa regressão utilizamos a reprogramação neurodimensional e várias técnicas complementares para o equilíbrio e a harmonia da paciente.